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23 agosto 2021

Os Anticorpos

Os anticorpos são um grupo importante de proteínas.

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/62/Epitopos2.png


Quando uma proteína estranha (antígeno) penetra em um organismo animal, ocorre a produção de uma proteína de defesa chamada anticorpo. Eles são produzidos por células do sistema imunológico (linfócitos). 

Os anticorpos são proteínas produzidas por nossas células de defesa que impedem que organismos patogênicos desencadeiem danos ao organismo. Eles são produzidos por um tipo especial de leucócito, o linfócito B (plasmócito, quando maduros), que é produzido pela medula óssea e distribuído pelo corpo via sistema linfático.

Também chamados de imunoglobulinas, os anticorpos são formados por quatro subunidades ligadas entre si que dão aos anticorpos uma estrutura semelhante a de um Y. As quatro unidades que formam os anticorpos são divididas em pesadas e leves. Cada proteína possui duas cadeias leves idênticas e duas cadeias pesadas também idênticas. 

Os anticorpos são produzidas quando um antígeno – substância capaz de desencadear resposta do sistema imune – entra no organismo e ocasiona a diferenciação do linfócito, que passa a sintetizar essas proteínas de defesa em grande quantidade. Nesse momento são produzidas também células de memória, que ativarão uma resposta imunológica quando o organismo for exposto novamente ao antígeno.

Os anticorpos são específicos; determinado anticorpo age somente contra aquele antígeno particular que induziu a sua formação. Assim sendo, os anticorpos produzidos para determinando organismo não reagem com outro antígeno ou reagem apenas fracamente. Ao ligar-se ao antígeno, o anticorpo pode desencadear a sua destruição, sua inativação ou ainda realizar a sinalização para que leucócitos movam-se até o local e realizem a fagocitose.

Desde que um certo antígeno tenha penetrado uma primeira vez no organismo, provocando a fabricação de anticorpos, o organismo guarda uma ‘lembrança’ da proteína invasora. Ocorrendo novas invasões, o organismo se defende com os anticorpos formados. Diz-se que o organismo ficou imunizado.

Se a ação do antígeno for muito rápida, perigosa ou letal, a ciência recorre a vacinas e soros.

Em virtude da propriedade dos anticorpos de defenderem o organismo, o homem criou formas de promover essa imunização: o soro e a vacina. 

A vacina consiste na injeção de antígenos mortos ou atenuados a fim de estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos e células de memória. Essa substância funciona, portanto, como uma forma de prevenção, uma vez que, se o corpo for exposto novamente ao mesmo antígeno, ocorrerá uma resposta imune rápida, impedindo o desenvolvimento da doença.

O soro, por sua vez, consiste na injeção de anticorpos prontos que atacarão imediatamente o antígeno. Nesse caso, o corpo não necessita produzir as células de defesa; portanto, o soro é considerado uma forma de imunização passiva, diferentemente da vacina, que é ativa.

As vacinas vão induzir o organismo a produzir anticorpos contra determinado antígeno (imunização ativa) enquanto os soros já contêm o anticorpo específico (imunização passiva).

Produção e teste de uma vacina


14 abril 2021

Zig_zaids: o jogo sobre a aids

Pessoal,

Ainda estou meio perdida com as mudanças que me ocorreram, aos poucos, bem devagar, tento recuperar o ritmo. (02 agosto 2010)


Esta notícia encontrei no site da Agência FAPESP

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou uma versão atualizada do jogo digital Zig-Zaids, cujo objetivo é fornecer informações a jovens sobre o vírus da Aids e doenças sexualmente transmissíveis. O jogo pode ser baixado gratuitamente pela internet.
A entidade faz doação de cópias do Zig-Zaids para instituições públicas e órgãos da sociedade civil mediante o recebimento de solicitação pelo e-mail zigzaids@ioc.fiocruz.br ou por carta encaminhada à: Fundação Oswaldo Cruz, Pavilhão Lauro Travassos LEAS, sala 22, Avenida Brasil 4.365, 21045-900, Rio de Janeiro - RJ.

Para fazer download do jogo acesse a página da Fiocruz













Publicado em 02 agosto 2010

12 abril 2021

Quiz sobre dengue

 Dengue é uma doença febril grave causada por um arbovírus. 

Arbovírus são vírus transmitidos por picadas de insetos, especialmente os mosquitos. 



Existem quatro tipos de vírus de dengue (sorotipos 1, 2, 3 e 4). Cada pessoa pode ter os 4 sorotipos da doença, mas a infecção por um sorotipo gera imunidade permanente para ele.

O transmissor (vetor) da dengue é o mosquito Aedes aegypti, que precisa de água parada para se proliferar. O período do ano com maior transmissão são os meses mais chuvosos de cada região, mas é importante manter a higiene e evitar água parada todos os dias, porque os ovos do mosquito podem sobreviver por um ano até encontrar as melhores condições para se desenvolver.




03 fevereiro 2020

Vírus, assassinos invisíveis

O menor dos assassinos.

Estão por toda parte, no ar, na água, em todas as coisas vivas. Eles são a menor e mais simples forma de vida da terra. Sabem como entrar em nossos corpos, raptar nossas células e enganar nosso sistema imunológico.
Os vírus são antigos, podem ser mais antigos que qualquer outra forma de vida.

São pacientes, podem esperar séculos por uma célula, ficam entre a vida e a morte. O único objetivo deles é se reproduzir. É uma forma de vida que não consegue existir sozinho, ele só consegue fazer isso usando uma célula.

Vírus (do latim, virus, veneno) são agentes infectantes de células vivas, causadores de doenças em animais e plantas, e capazes de atacar outros organismos mais simples, até mesmo bactérias.
Atualmente, os vírus são quase sempre reconhecidos por letras ou siglas. Temos como exemplo o vírus causador da AIDS chamado de HIV (Human Immunodeficiency Vírus), o causador do papiloma chamado de HPV (Human Papiloma Vírus) ou alguns vírus que atacam bactérias, os fagos ou bacteriófagos, batizados como T2, T3, T4, etc.

Os vírus eram difíceis de se detectar, até o mais poderoso dos microscópios ópticos conseguiam aumentar 2 mil vezes apenas. Nos dias de hoje com microscópios eletrônicos que conseguem aumentar 7 mil vezes o tamanho podemos identifica-los com perfeição, podemos vê-los tanto que parecem enfeites de arvores de natal marciana.

Os vírus não possuem organização celular, apenas uma estrutura molecular. Essencialmente, são moléculas de nucleoproteínas auto-reprodutíveis e com capacidade de sofrer mutações. Essas duas características são típicas dos seres vivos. Todavia, como não possuem organelas capazes de lhes permitir a obtenção, armazenamento e utilização de energia, só conseguem subsistir no interior de células vivas, de cujo equipamento funcional se utilizam para obter tudo de que necessitam. Fora de células vivas eles se cristalizam e podem manter-se num vidro, por tempo indeterminado, como um sal qualquer se mantém. Postos em contato com novas células hospedeiras reassumem imediatamente sua atividade. Por isso, todos os vírus são necessariamente parasitas intracelulares e não podem ser cultivados em meios artificiais.

A sua estrutura é formada por uma cápsula de natureza proteica e um miolo formado de ácido nucleico. Esse miolo pode conter uma molécula longa de DNA (vírus do herpes, adenovírus, bacteriófagos e outros) ou de RNA (da gripe, da poliomielite, da AIDS, do mosaico do tabaco, etc). Não são encontrados DNA e RNA em um mesmo vírus.

Alguns vírus, como os bacteriófagos, atacam as células injetando-lhes o seu ácido nucleico. Outros penetram por inteiro na célula hospedeira, como faz o vírus da gripe. No protoplasma da célula atacada, o DNA ou RNA viral se reproduz, utilizando os nucleotídeos da célula. Depois, ainda se valendo do equipamento enzimático e da energia fornecida por moléculas de ATP dessa mesma célula, os provírus já formados (partículas virais em formação) roubam-lhes os aminoácidos para a fabricação da cápsula proteica. Rapidamente eles se reproduzem dentro da célula, originando vírus completos, que a destroem e partem para atacar outras.

Na espécie humana, os vírus determinam numerosas doenças (viroses) tais como hepatite infecciosa, poliomielite, herpes, varíola, febre amarela, hidrofobia, gripe, AIDS, febres hemorrágicas (ebola, dengue), certas pneumonias e encefalites, rubéola e as habituais viroses de infância como sarampo, catapora ou varicela e caxumba, entre outras.

Temos a gripe que ganhou nome de influenza porque os italianos acreditavam que ela era causada pela influência dos astros e planetas.
A varíola foi a primeira a ser reportada na literatura chinesa, há 3 mil anos, hoje está extinta.
O HIV, é um retrovírus que ataca o sistema imunológico causando eventualmente a síndrome da imunodeficiência adquirida. Desafia os pesquisadores, é um daqueles da família de RNA com sua rápida mutação.
A célula alvo não precisa ser humana, nem mesmo animal, para se propagarem.
Em 1918 houve uma pandemia, a gripe espanhola, um dos piores desastres causado por vírus. Pelo menos 20 milhões de pessoas morreram no mundo todo.
Cientistas descobriram a vacina e prometeram defender o mundo das doenças virais, mas não foi tão simples assim.
As vacinas são substâncias, como proteínas, toxinas, partes de bactérias ou vírus, ou mesmo vírus e bactérias inteiros, atenuados ou mortos, que ao serem inoculados estimulam o sistema imune a produzir anticorpos contra aquele agente infeccioso.

Alguns grupos recebem nomes especiais como arbovírus e retrovírus. 
- Os arbovírus (arthropod-bornvirus, vírus oriundos de artrópodes) são transmitidos ao homem e outros mamíferos por meio de insetos silvestres. São exemplos o da febre amarela e o da dengue, que são transmitidos por mosquitos do gênero Aedes.

- Os retrovírus são aqueles cujo miolo de RNA tem de formar uma molécula de DNA na célula hospedeira, a qual vai presidir a reprodução de numerosas cópias do RNA viral. O vírus da AIDS pertence a este grupo.


Os coronavírus são um grupo de vírus de genoma de RNA simples de sentido positivo (serve diretamente para a síntese proteica), conhecidos desde meados dos anos 1960. Pertencem à subfamília taxonômica Orthocoronavirinae da família Coronaviridae, da ordem Nidovirales.


Imagem da Wikipedia


A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida. Eles são uma causa comum de infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração. Entre os coronavírus encontra-se também o vírus causador da forma de pneumonia atípica grave conhecida por SARS.


A epidemia de pneumonia por novo coronavírus de 2019–2020, também conhecida como coronavírus de Wuhan, epidemia de pneumonia na China ou pneumonia de Wuhan, começou em 1 de dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, no centro da China, com um grupo emergente de pessoas com pneumonia de causa desconhecida, ligadas principalmente a vendedores ambulantes que trabalhavam no Mercado de Produtos do Mar de Huanan, que também vendia animais vivos. No entanto, o vírus não mostrou a mesma gravidade do SARS.

* o texto em itálico pertence ao documentário do Discovery Channel


01 fevereiro 2020

Rap do Mosquito

É o rap do mosquito
É o rap do mosquito
É o rap, é o rap
É o rap do mosquito
É o rap


Você tá nessa de ficar
Todo doido, acabadão.
Vai perder o maior tempo
Todo mole e besteirão.


Roubada, é roubada!
É a dengue meu irmão.
Roubada, é roubada!
É a dengue sangue bão.


E dá em rico e dá em pobre
Não tem classe social.
Na favela, na mansão,
A dengue faz o mesmo mal.


É mais fácil prevenir
É só tomar alguns cuidados.
Segue o que a gente diz
Você vai ver o resultado.


Fale com sua galera
Na escola, em sua casa.
Vamos juntos acabar
Essa doença que arrasa.


É o rap do mosquito
É o rap do mosquito
É o rap, é o rap
É o rap do mosquito
É o rap


E é moleza, é muito fácil,
qualquer um pode fazer.
Onde tem água parada
O mosquito quer viver.


Oi bate bem esse pneu
E tire a água da botinha,
Que o mosquito quer saber
De água bem paradinha.


Bote a tampa no poço
E também na caixa d'água.
Tá na hora do mosquito
Encarar essa roubada!


Troque a água da plantinha,
Troque por terra molhada.
Se a gente fizer isso
O mosquito não tem casa!

Se a gente fizer isso
O mosquito não tem casa!


É o rap do mosquito
É o rap do mosquito
É o rap, é o rap
É o rap do mosquito
É o rap

Te liga meu irmão...
É!


  08mosquito 

Um por todos e todos contra a dengue!
Recebi o texto em um curso, não informaram os autores.

Que tal refletir um pouco sobre esses cuidados?





24 julho 2011

Hidroponia, uma solução caseira

O programa Globo Rural de hoje mostrou um método de hidroponia muito fácil.

Técnica da hidroponia permite cultivar plantas sem terra

“Com um pote de sorvete, conseguimos fazer uma hidroponia sem energia elétrica, sem mexer, é um sistema muito simples e caseiro”, afirma o agrônomo Jorge Barcelos.

Uma boa ideia para cultivar e consumir alimentos saudáveis.

na casa da vovo pq

08 novembro 2009

Cultura Ambiental nas Escolas

Conteúdos exclusivos para estudantes e professores é a proposta do novo portal da Tetra Pak. Vale a pena explorar seus recursos.

Sobre o portal

Em 1997, por iniciativa da Tetra Pak, foi concebido o "Projeto Cultura Ambiental nas Escolas". Para este projeto, foi desenvolvido em parceria com a Faculdade de Educação da Unicamp, um material didático que busca tratar do meio ambiente de maneira transversal, propondo atividades em diversas disciplinas.

O material está estruturado em cadernos para o professor e para o aluno, complementados pelo vídeo "Quixote Reciclado", que vem sendo distribuídos para escolas do ensino fundamental.

Com o aprimoramento do projeto, a partir de 2001, iniciou-se a realização de oficinas, com o objetivo de mostrar como trabalhar os conteúdos propostos, gerar discussões e alternativas de aplicação nas mais diversas realidades da sala de aula.

Agora, em 2009, uma nova etapa está sendo iniciada: O Portal Cultura Ambiental nas Escolas. Todo o conteúdo didático desenvolvido para o projeto foi adaptado para internet de modo a se criar um portal de educação ambiental moderno e interativo.

Usando todos os recursos possíveis na internet, foram disponibilizados conteúdos multimídia compostos de: fotos, vídeos, artigos, notícias, documentos e jogos educativos, todos com a mesma filosofia do início do projeto.

O Portal facilita também a conexão entre professores, escolas e alunos e com isso aumenta-se a possibilidade de trocas de experiências entre os usuários. Professores que desenvolvam trabalhos relacionados ao tema podem ter no portal uma forma para divulgá-los por meio da área de projetos do site.

Nessa nova etapa esperamos ampliar a abrangência do projeto levando a um número muito maior de pessoas os conceitos de meio ambiente, tendo a certeza de que assim, estaremos colaborando para que tais conceitos sejam convertidos em ações práticas em prol do mundo em que vivemos.

Esperamos que você goste e contamos com o seu apoio para melhorar cada vez mais o Portal Cultura Ambiental nas Escolas


OBS: não funciona mais 

15 outubro 2009

Blog Action Day

Não é necessário muito esforço ou estudo para perceber que o mundo está mudando. O homem comum, o matuto como chamamos por aqui, sabe que os dias estão mais quentes e as noites mais frias, as chuvas, os trovões, as secas, tudo mudou…

terra triste

Cada pessoa deve fazer a sua parte. Ainda é tempo de fazer algo significativo. Dizem que o beija-flor da fábula morreu queimado, então por que tentar apagar o incêndio?

O que sei é que desejo um futuro para meus netos e as futuras gerações. O que posso fazer?

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), as palavras antigas possuem um tom de atualidade:

Somos parte da terra e ela é parte de nós.

Deveis ensinar a vossos filhos que o chão onde pisam simboliza a as cinzas de nossos ancestrais. Para que eles respeitem a terra, ensinai a eles que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai a eles o que ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, está cuspindo sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco; O homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também aos filhos da terra. 

O homem não tece a teia da vida: É antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.

Onde está o matagal? Desapareceu. 

Onde está a águia? Desapareceu. 

O fim do viver e o início do sobreviver."

18 maio 2009

O Pulso

O pulso ainda pulsa
O pulso ainda pulsa...

Peste bubônica, câncer, pneumonia,
Raiva, rubéola, tuberculose e anemia
Rancor, cisticercose, caxumba, difteria
Encefalite, faringite, gripe e leucemia...

E o pulso ainda pulsa
E o pulso ainda pulsa…

Hepatite, escarlatina, estupidez, paralisia
Toxoplasmose, sarampo, esquizofrenia
Úlcera, trombose, coqueluche, hipocondria
Sífilis, ciúmes, asma, cleptomania...

E o corpo ainda é pouco
E o corpo ainda é pouco
Assim...

Reumatismo, raquitismo, cistite, disritmia
Hérnia, pediculose, tétano, hipocrisia
Brucelose, febre tifóide, arteriosclerose, miopia
Catapora, culpa, cárie, câimbra, lepra, afasia...

O pulso ainda pulsa
E o corpo ainda é pouco
Ainda pulsa
Ainda é pouco
Pulso (4x)
Assim...

Composição: Arnaldo Antunes
Titãs; acústico MTV, São Paulo, Poladian, 1997


banda_animada

 

 

 esqueleto01


Sequência Didática

Objetivos:
Identificar características de algumas doenças causadas por vírus, bactérias e outros parasitas.
Debater sobre as formas de prevenir doenças transmissíveis.

Conteúdos:
Doenças causadas por vírus, bactérias e protozoários.

Curso/Série: Ensino Médio ou Fundamental, na série em que forem estudados os conteúdos.

Tempo estimado: 4 aulas de 40 minutos (geminadas)

Material necessário: Cópias da letra da música; CD/DVD, apresentação em PowerPoint com a música.

Desenvolvimento:

Preparação: é importante que os alunos já tenham estudado os vírus, bactérias e protozoários.

1ª etapa (duas aulas)

Distribuir cópias da letra da música e realizar uma leitura em grupo. Em seguida colocar a música para tocar e estimular os alunos a cantarem junto. Analisar o significado dos refrões - O pulso ainda pulsa e o corpo ainda é pouco.

Formar grupos para que preencham a tabela a seguir, com as doenças listadas na música:

Relacione as doenças causadas por:

vírus

bactérias

protozoários

     
     
     
     
     

A correção desta lista deve ser feita em conjunto antes da realização da parte seguinte.

2ª etapa (extraclasse)

Os grupos devem escolher uma doença de cada tipo e preencher três quadros como no modelo abaixo; um para vírus, outro para bactérias e outro para protozoários. Para evitar duplicidade de assuntos, pode acontecer um sorteio das doenças a serem pesquisadas.

Doenças causadas por.....

Doença

Agente Causador

Modo de Transmissão

Órgãos Afetados

Sintomas

Prevenção

         


3ª etapa (duas aulas)

Cada grupo deve apresentar o resultado da pesquisa. As tabelas preenchidas podem ser expostas na sala de aula ou mural da escola.

 

Será interessante discutir sobre as doenças não listadas no trabalho.

OBS: a música é antiga e não lista doenças que mais preocupam atualmente, eis um ponto a ser explorado...